O Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região (Minas Gerais) negou o vínculo de emprego doméstico requerido por companheira de caseiro, em face do dono da propriedade rural. No caso examinado, a autora sustentou que foi contratada pelo proprietário rural para exercer a função de doméstica na fazenda, na mesma data em que o companheiro foi contratado. Disse que fazia serviços gerais de limpeza e organização e que recebia R$ 200,00 por mês, embora não tenha havido anotação em sua CTPS. A juíza do caso decidiu que o fato de a autora ter residido juntamente com o marido, na fazenda, não basta para demonstrar que também trabalhava para o proprietário rural.