O Superior Tribunal de Justiça negou provimento ao recurso especial da empresa francesa Champagne Moët & Chandon que buscava proibir que uma danceteria de Florianópolis continuasse a utilizar o nome Chandon. Entre outros fundamentos, o STJ concluiu que a proteção à marca de bebidas francesa está adstrita ao seu ramo de atividade, não havendo possibilidade de confusão por parte do consumidor entre empresas que atuam em negócios distintos, ou seja, a empresa francesa atua no ramo de bebidas e a brasileira na área de danceteria e restaurantes.